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Botucatu na rota dos óvnis há 50 anos
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Caso ocorreu em 1968, e Três Pedras é local de relatos de aparições de objeto voador não identificado; assunto é controvertido até hoje.

 

No próximo dia 1º de julho completa 50 anos de um dos fenômenos mais comentados em Botucatu: a suposta descida de uma nave extraterrestre em uma área do distrito de Rubião Júnior, onde atualmente é campus da Unesp. O caso é sempre lembrado, porque há registro na imprensa da cidade, com depoimentos e fotos das marcas no solo deixadas pelo objeto que teria aterrissado. É um assunto que até hoje continua polêmico e ajudou a impulsionar o aparecimento de outros avistamentos de objetos voadores não identificados (ÓVNIs), principalmente próximo a Três Pedras, na chamada Cuesta.

O assunto gera tanta discussão que o estudante Jean Carlos Guaré Madrid, morador daquele município, decidiu escolher o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para obter o diploma de Jornalismo elaborando uma reportagem de rádio sobre o pouso em Três Pedras, o relato surpreendente de contatos extraterrestres na cidade de Botucatu. O trabalho foi apresentado na Universidade do Sagrado Coração (USC) de Bauru. "Até hoje existe uma dificuldade de as pessoas envolvidas no caso falarem ou concederem entrevistas.

Sempre pedem o anonimato com receio de serem ridicularizadas", conta.

A aparição desses objetos alimenta uma especulação sempre envolta de mistério. A região da Cuesta seria um local propício para as aparições dessas luzes, segundo ufólogos. O historiador João Figueiroa, que tem arquivado digitalmente as fotos do acervo do jornal Gazeta de Botucatu, possui as fotografias da época do local onde supostamente teria descido a nave. Há também o caso da abdução de João Valério de Souza, considerado irreal para muitos. "É uma história fantástica que as pessoas brincam e não levam a sério, mas o caso foi relatado em livro divulgado no exterior", conta o historiador.

Mas há muita fraude e casos que podem ser explicados tecnicamente. Em São José dos Campos, o engenheiro eletrônico Ricardo Varela é conhecido como um pesquisador desses relatos. Ele trabalha na área de tecnologia da informação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e passou a analisar esses casos. De acordo com ele, de 100 apenas 2 ou 3 casos não têm explicação.

Varela não é um cético, mas procura buscar meios científicos para analisar os casos. Segundo ele, mesmo os casos relatados pela Força Aérea Brasileira (FAB) são muito mal apurados. Os milhares de documentos que a Aeronáutica liberou demonstram que poucos foram os casos que continuaram a ser investigados. Uma dessas exceções é a "Noite dos Óvnis", que atormentou São José dos Campos em 19 de maio de 1986 e até hoje não tem explicação. "A justificativa é falha nos equipamentos", disse Varela, que falou por telefone ao JC sobre o registro de objetos voadores não identificados.

O ufólogo Bráz Titon, de Botucatu, admite que o caso de 1968 gera dúvida até hoje, mas é um marco, porque depois houve várias aparições, inclusive com filmagem feita por um ex-delegado de um objeto sobrevoando a Cuesta.

 
 
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